"(...)Sei lá. Talvez o meu único modo
De conservar perfeita uma coisa viva
Seja tirá-la a vida e fazê-la saudade
O prazer de virar a mesa
Porque ela me afronta
A insanidade de talhar
As melhores artes
Contemplá-las e
Quebrá-las
Para viver toda a amplitude
Que há das alturas até o nada
[um expectador do meu próprio teatro]
Consigo ver as coisas assim
Em crua dor, mas livres de maldade
Nunca me disseram que isso é certo
Mas não faço questão de ser quadrado
Não a amei como ensinam os livros
Mas assim, como se ama a liberdade
Eu estrago as coisas, é verdade
Sim, eu carrego no peito esta culpa
Mas com um coração de criança
[se não houvesse espelhos
ainda teria dez anos]
Que aposta tudo no brincar
E morre sem saber
O que a mata"
André Díspore Cancian
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
00:42
às vezes me vejo em uma encurralada. eu não sei bem se estou no caminho certo ou então se estou caminhando rumo a maior queda da minha vida. eu não me refiro a relações interpessoais. me refiro as escolhas que faço à mim. as minhas maneiras, o meu ser. a minha eterna busca em ser algo totalmente diferente do que querem impor. uma busca que nasceu em mim. algo que está definitivamente marcado e colado em mim. não faço isso por atenção, por ibope. eu quero apenas satisfazer aquilo o que me chama, o que o meu corpo e mente pedem. a minha moral. os meus conceitos. os meus limites.
eu preciso parar um pouco ou a minha cabeça vai ter um colapso.
eu preciso parar um pouco ou a minha cabeça vai ter um colapso.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
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